Revista Icapara - Número 2

Por Ronaldo Pereira Trudes Paolillo | Publicado em 01 de novembro de 2024 | 36 visualizações

Revista Icapara - Número 2

Revista Icapara - Número 2

REVISTA ICAPARA

Número 2

História, costumes, rituais e outros aspectos culturais da vila de Icapara

Ronaldo Trudes Pereira
2024

Imagem da Capa - Revista 2

Índice

  • Introdução
  • Manufatura da Mandioca
  • Vocabulário
  • História da Igreja Católica
  • Produtos da Medicina Popular

Introdução

Icapara, devido à sua localização, esteve por séculos relativamente isolada, com acesso ao mundo externo apenas através do rio ou por trilhas na mata. Passou a experimentar as modernidades da vida social a partir do início dos anos 1970, com a abertura da estrada de ligação com a cidade de Iguape.

A estrada fez com que a vila fosse invadida por especuladores de imóveis e turistas da capital, criando-se uma infraestrutura para atender essa nova classe econômica.

Muitos nativos venderam suas propriedades durante esse período fazendo com que quase todo o acesso a partir das ruas ao rio ficasse bloqueado pelas casas de veraneio.

Nesta mesma década criou-se a primeira linha regular de ônibus Iguape – Icapara e, com a instalação da luz elétrica, a televisão passou a fazer parte da vida dos moradores.

Veremos nesta revista alguns aspectos da vila de Icapara antes, durante esse processo de transição e atualmente.

Imagem: Pescador com rede

Manufatura da Mandioca

Pode-se dizer que a mandioca é o produto mais importante para o icaparano, usada quase que exclusivamente para a confecção da farinha, esta indispensável na alimentação diária.

“O plantio da rama ou ‘mandioca brava’ e o aipim ou ‘mandioca mansa’ ocorre entre setembro e dezembro e a colheita, dois anos após” (Queiroz, 1978, p. 18), com o tempo mínimo de um ano.

Algumas famílias possuíam os equipamentos para a manufatura da mandioca, normalmente instalados em um anexo no fundo do quintal chamado “Casa de Tráfico”, sendo muitos desses equipamentos passados de uma geração a outra. “A maioria da aparelhagem chega a ter mais de duzentos anos e compõe-se basicamente de quatro instrumentos” (Queiroz, 1978, p. 19).

A manufatura da mandioca era normalmente realizada pelas mulheres da família e iniciava pela remoção da casca da mandioca. “[...] trabalham a mandioca, inicialmente, raspando-a com uma concha do mar.” (Pierson & Teixeira, 1947, p. 11). O restante da fabricação consistia na utilização dos equipamentos e processos abaixo:

  • 1 – Roda: um ralador medindo entre 1,5 e 2 metros de diâmetro revestido de cobre furado. A roda necessita de ao menos 2 pessoas para o seu manuseio. Uma pessoa pressiona a mandioca a ser ralada em um dos lados da roda e a outra pessoa, normalmente um homem, fica responsável por gira-la através de uma manivela central. A mandioca ralada cai em um compartimento inclinado na parte inferior da roda chamado “cocho”. Abaixo do “cocho” fica uma bacia de madeira chamada “gamela” para coletar o líquido da massa.
  • 2 – Tipiti: uma espécie de cesto feito a partir do cipó “timbopeva” trançado para onde a mandioca ralada é transferida. O tipiti, de origem indígena, serve como uma peneira para extração de todo o líquido da massa da mandioca.
  • 3 – Prensa: com um fuso central acionado manualmente e dois pilares laterais de apoio, permite eliminar todo o líquido da mandioca ralada no tipiti. Possui uma peça de madeira pesada que pressiona o tipiti contra uma base com sulcos para escoamento do líquido. “Após a retirada final do líquido, sobra uma massa dura e seca” (Queiroz, 1978, p. 19). O líquido é coletado na “gamela” e dele extrai-se o polvilho, usado para o preparo do “biju de goma” e do “bolo de roda”.
  • 4 – Forno: tacho de cobre sobre uma estrutura semelhante a um fogão a lenha, onde a massa de mandioca extraída da prensa é colocada depois de peneirada, para a torra da farinha.

Outro processo utilizando a mandioca é a confecção da “mandipuva” ou “massa puba” como é conhecida em outras regiões, que consiste em uma massa de mandioca curtida. A preparação da “mandipuva” é um processo longo e com várias etapas.

Inicialmente a mandioca é curtida em sacos dentro do rio ou em um barril por aproximadamente 2 semanas. Após esse processo a mandioca azeda e é preciso ser muito bem limpa na água corrente. Para isso é removida a casca e os fiapos, depois a massa desmanchada é colocada em um saco de algodão e lavada até sair o azedume. Depois ela deve ser prensada com a ajuda do tipiti e da prensa até remover todo o líquido. No dia seguinte a massa deve ser desmanchada e peneirada. A “mandipuva” é usada no preparo do cuscuz de “mandipuva”, da “coruja” e da farinha d’água.

O cuscuz é preparado com a massa da “mandipuva”, amendoim torrado e sal e é feito em uma cuscuzeira tradicional.

A “coruja” é preparada de forma similar ao cuscuz, porém a massa é enrolada na folha de bananeira em formato de cartucho e assada no forno.

Para o preparo da farinha d’água a “mandipuva” é misturada, durante o processo de fabricação da farinha à mandioca ralada no “cocho” na proporção de no mínimo 1 para 4 e no máximo 1 para 1. A mistura é deixada de um dia para outro e a partir daí segue o mesmo processo de fabricação da farinha branca. A farinha d’água é uma farinha de grãos mais grossos, cor amarelada e com sabor mais característico, usada como acompanhamento para o café ou outras refeições.

Segundo Queiroz (1978), desde o final dos anos 1960 os trabalhos coletivos como o “ajuntório” ou “demão” deixaram de ser praticados e a partir da década de 1970 a agricultura deixou de ser a fonte principal de subsistência para várias famílias da vila, em parte devido a venda das propriedades usadas na agricultura para os turistas, mas também devido a conquista de melhores empregos na cidade ou emigração para outros centros urbanos. Além disso, também de acordo com Queiroz (1978), não trabalhar na roça passou a ser sinônimo de status social e prestígio para as mulheres, fazendo com que as famílias mais ricas abandonassem definitivamente a agricultura.

Atualmente, o fabrico da farinha de mandioca não é mais praticado na vila, já que não existem mais casas de tráfico. Confecções familiares muito pontuais ocorrem com equipamentos adaptados, mas são quase inexistentes. Apesar de tudo, a farinha de mandioca, por ser um hábito alimentar muito enraizado na cultura icaparana, continua fazendo parte da alimentação das famílias, mas é comumente adquirida na feira de agricultores que acontece aos domingos na praça da basílica de Iguape, com produtores de outros bairros, como Jairê e nos comércios da cidade.

Imagem: Folha e raiz de mandioca

Vocabulário

O modo de falar do icaparano, como o de outras regiões, mudou durante as várias gerações. No relato de Pierson & Teixeira (1947) o icaparano falava rápido e com pouco movimento dos lábios, economizando sílabas. Atualmente tem um falar mais lento, cadenciado e com o “e” final das palavras bem destacado.

Além disso Icapara tem um vocabulário bem característico, com algumas palavras não encontradas em outros lugares. Muitas das palavras coletadas por Pierson & Teixeira (1947) acabaram caindo em desuso na vila.

Expressão (1947) Significado Uso atual
acinte Vaiar, provocar não
aipi(m) mandioca sim
aívo ruim não
alhures algum lugar não
amborê peixe preto sim
banana caturra banana manica não
bradar gritar, chamar sim
brajaúva coco nativo da região sim
caniço vara de pescar pouco usada
cachaça aguardente de cana sim
caldeira sopa, em geral peixe e água não
Calú apelido de Carolina não
casamenteiro festa de casamento não
cascuda mandioca brava não
chio de peito bronquite pouco usada

Imagem: Amborê
Figura: Amborê

Expressão (1947) Significado Uso atual
consertar a carne preparar a carne não
cortar frutos colher frutos sim
coruja bolo feito com mandipuva que leva ainda amendoim, coco brajauva ou coco indaiá sim
demõ (demão) mutirão não
desgramado desgraçado sim
enquizilhado raivoso, zangado sim
fandango baile sim
farinha manema farinha d'água não
fornear levar a mandioca ralada e desidratada ao tacho de torrar pouco usada
gadanho rastelo sim
indaiá coco nativo da região sim
inhamipoia mandioca brava não
Jango apelido de João não
lancear pescar com redes sim
lanço lançar as redes sim
lenhar tirar lenha do mato sim
maenga credo! que amolação! coitado! que dó! sim
mana irmã sim
mandi-sampedrinho mandioca de rama amarelada não
mandimpiriá mandioca de casca preta, cuja rama é listada não
mandioca cascuda mandioca de casca áspera não
mandipoia mandioca de casca lisa não
mandipuva mandioca brava curtida para fazer bolo "coruja”, cuscuz e biju sim
matar peixe pescar sim
nelhures nenhum lugar não
piri planta do brejo da qual se faz esteira, flexível não
pitoco pequeno sim
quizilha raiva, zanga não
sacy-saperê saci-pererê não
sobejou restou, sobrou não
surucou caiu sim
taba planta do brejo da qual se faz esteira, quebradiça não
tágua táboa não
tatapóra catapora não
torrar embriagar, beber muito sim
Totó apelido de Antonio não
tráfico aparelhamento completo para fazer a farinha de mandioca pouco usada
uvira cipó de amarrar esteira não

Fonte: Pierson & Teixeira, 1947, p. 14, 15

Algumas outras expressões, não coletadas em 1947, mas que são de uso da vila, estão listadas abaixo:

Expressão Significado
antonte anteontem
catavevê fuligem de queimadas espalhadas pelo vento
consertar peixe Limpar peixe, tirar as tripas e a escama
dejaoje à pouco. Corruptela de “de já, hoje”.
fastio fraqueza, fome
fuzilar Trovejar, relampejar
Inveza mal-estar, preguiça
jojoca soluço
mutatanga osso próximo à guelra do peixe
turrar teimar
turrento, turrão teimoso
Imagem: Rua da vila de Icapara

História da Igreja Católica

A igreja de Nossa Senhora da Conceição de Icapara estabeleceu-se no seu local atual durante a década de 1940, sob a liderança de Antonio João de Carvalho Filho (Totó Barbosa) (1915-2008), Gabriel Nascimento Pereira (1902-?) e Francisco Xavier da Silva (Chico).

Antes disso, as celebrações eram realizadas nas casas da vila desde pelo menos meados do século XIX. Capitão Mateus iniciou as celebrações na casa de seu neto João Vicente da Silva, que após a morte do avô passou a ser o capelão. Em 1946:

A imagem de Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Icapara, estava até o ano passado numa casa particular onde eram feitas as cerimônias religiosas ministradas por um leigo. Essa imagem deve ter uns 200 anos. Foi comprada por um tal capitão Mateus, da Guarda Nacional, no tempo da Guerra do Paraguai. A igrejinha estava sendo construída em terreno doado por esse capitão. Foi ele mesmo, o Capitão, que administrou a igreja, fazendo todas as cerimônias religiosas durante a sua vida. Depois dele, seu neto, João Vicente, continuou a ministrar as cerimônias. Agora vem o Padre José, três vezes por ano (Pierson & Teixeira, 1947, p. 9).

Imagem: Procissão na Igreja

Por volta do ano de 1922 chegou à Icapara o padre Paschoal Cassese que sugeriu a construção de uma capela. As famílias do bairro iniciaram uma mobilização para a coleta de madeira, barro, pedras e doações. Porém devido a perda dos materiais e das doações a Igreja não pôde ser concluída. Em 1934 chegou à cidade o padre Mathias e com a morte de João Vicente assumiram como dirigentes da igreja Totó Barbosa e Gabriel Nascimento Pereira, que passaram a realizar as celebrações nas casas das famílias da vila.

Somente em 1944 teve início a construção da primeira igreja de pau-a-pique, com telhas de barro e piso de barro batido. Conforme relato de Totó Barbosa em seu manuscrito “História de como começou a Igreja em Icapara”, uma igreja de tijolos só seria construída no final dos anos 1950, porém no ano de 1947, conforme sugere Pierson & Teixeira (1947), existia uma capela em construção dedicada a N. Senhora da Conceição. “A capela e a escola são as únicas construções de tijolos” (Pierson & Teixeira, 1947, p. 8). Fato é que no início dos anos 1960 já existia uma igreja feita em alvenaria.

Totó Barbosa continuou como dirigente até 1975, quando Roberto Benedito Ribeiro assumiu a função. Roberto faleceu, vítima de afogamento, em 1977.

Um pescador morreu afogado quando voltava de uma pescaria porque o seu barco virou. Esse acidente causou perplexidade e consternação em toda a aldeia [...]. O pescador tinha grande experiência na pesca e sabia nadar muito bem. Todos os seus companheiros que se encontravam no mesmo barco nadaram até a praia sem nenhum risco[...] (Queiroz, 1978, p. 104).

Após este episódio, Totó Barbosa reassumiu a função.

Uma nova reforma foi feita em 1982 para a instalação de cerâmica, novas portas e janelas que mais tarde foram trocadas por janelas de alumínio. Ainda nos anos 1980 José Roberto Ribeiro, sobrinho de Roberto Benedito Ribeiro, assumiu como dirigente, depois Marlene Lancelotti Trudes e atualmente a função é ocupada por Célia Carvalho Campos.

Produtos da Medicina Popular

Durante boa parte da sua história, Icapara dependeu quase que exclusivamente do conhecimento de produtos naturais para o tratamento das mais variadas enfermidades. Essa medicina popular era muito utilizada pelas famílias e o conhecimento passado entre as gerações. O uso desses produtos recebeu um reforço a partir do final do século XIX com a presença das gerações de curandeiros que, usando a homeopatia e mais tarde a alopatia, receitavam e preparavam medicamentos para os icaparanos.

Com a introdução da medicina moderna na vila, por volta da década de 1960 e com o novo sistema do governo com consultas e remédios gratuitos além da presença regular de médicos na cidade, aumentou-se o uso da alopatia em detrimento da medicina popular. Apesar disso, os remédios caseiros continuaram sendo usados como alternativa por parcela da população. Segundo Queiroz (1978) 21% da população ainda não havia abandonado totalmente o uso dos remédios caseiros.

Hoje em dia os remédios caseiros não são mais utilizados como no passado, apenas um ou outro remédio é usado de forma pontual. “[...] a presença de uma medicina capitalista relativamente moderna produziu uma total desarticulação dos antigos recursos com que contava o caiçara.” (Queiroz, 1978, p. 133).

Relacionamos alguns produtos e suas finalidades, conforme seus usos no final da década de 1970:

Produto Finalidade
Abacate Males dos rins e fígado: chá da folha associado às ervas "quebra-pedra" e "erva-tostão";
Rouquidão: folha socada com ovos e açúcar (conhecido na vila como “chocolate").
Abóbora Dor de bexiga: chá do talo da abóbora fêmea;
Intestino preso: abóbora cozida;
Infecção do ouvido: gotas do suor da flor "sapecada" no fogo;
Vermes intestinais: sementes da abóbora torrada.
Agrião Tuberculose, pneumonia, bronquite (“chieira de peito"): chá da folha
Alfavaca Tosse, rouquidão, gripe: folha socada com ovos e açúcar ("chocolate");
Gases intestinais: chá da folha.
Alho Tosse, picada de cobra: chá.
Banana da terra Dor de ouvido: usa-se o suor da folha "sapecada" no fogo e aplicada no ouvido.
Batata doce Infecção de dente: usa-se a folha em infusão associada com sal para bochechos.
Boldo Males do fígado: chá da folha.
Canela Tosse e gripe: chá da casca.
Carqueja Males do ficado, estômago, "reumatismo de sangue”: chá da folha.
Cera de ouvido Dor de dente: coloca-se no buraco do dente sem que o paciente saiba do que se trata (diz-se que é uma forma de simpatia);
Anti-inflamatório em caso de ferimentos com espinho: aplica-se no local.
Erva cidreira Pressão alta, nervos abalados: chá
Erva-doce Gases estomacais, tontura: chá
Excremento de cão Sarampo: usa-se torrado e associado ao chá da flor de sabugueiro.
Excremento humano Mordida de cobra venenosa: ingere-se torrado.
Gengibre Tosse: usa-se a raiz cozida com açúcar: chá
Goiaba branca Diarreia: chá da folha
Hortelã Vermes intestinais: chá da folha.
Jaboticaba Disenteria: ingestão da fruta.
Jerová Males dos rins: chá;
Problemas do aparelho genital feminino: banho da raiz em infusão.
Laranja Tosse, gripe: chá da casca ou da folha
Limão Tosse e coração fraco: chá da casca.
Louro Intoxicação alimentar, gases estomacais e intestinais: chá da folha.
Malva Branca Conjuntivite; inflamação do olho: deixa-se a flor por uma noite ao sereno e, no dia seguinte, usa-se a água nela depositada para lavagem do olho.
Mangue Frieira: usa-se a flor em infusão para aplicação externa.
Maracujá Nervos abalados, pressão arterial alta: chá da folha e do fruto.
Mel Tosse; tuberculose: ingere-se puro ou associado a ovos e enxofre.
Murta Após a manifestação do sarampo: chá e banhos da folha em infusão.
Pimenta Cumari Dor de dente: moída e colocada no buraco do dente
Pitanga Disenteria: chá do broto da planta associado com folha de goiaba branca.
Poejo Vermes intestinais: chá da folha.
Polvilho de mandioca Disenteria: ingere-se a "goma" (polvilho com água).
Quebra-pedra Distúrbios renais, hepáticos e problemas da bexiga: chá geralmente associado com a erva-tostão
Rama Queimaduras: emplastro da folha associado com "alvaiade" (pó comprado em farmácia) e aplicado no local afetado;
Maleita: esfrega-se o baço com a folha a qual é posteriormente colocada junto às formigas para que seja carregada junto com a doença (considerada uma forma de simpatia).
Samambaia Furúnculo; ferida exposta: usa-se o broto como cataplasma
Sassafraz do Preto Gripe: ingere-se a casca moída associada com ovos e açúcar ("chocolate");
Reumatismo: usa-se a casca para banhos.
Tucum Frieira: usa-se o caroço reduzido a pó em infusão para banhos.
Urina humana Erupções cutâneas: aplica-se no local afetado.
Urtiga preta Feridas da pele (“mores”): aplica-se no local a raiz em infusão.
Urtiga vermelha Reumatismo: usa-se a raiz em infusão para banhos;
Bronquite; catarro de peito: esfrega-se a semente e a raiz associadas com farinha de mandioca no peito.

Fonte: Queiroz, 1978, p. 145-155

Referências

PIERSON, D.; TEIXEIRA, C. B. Survey de Icapara. Fundação Escola de Sociologia e Política, 1947.

QUEIROZ, M. S. Representações de doenças e instituições de cura numa aldeia de pescadores, 1978, 161 p. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP. Disponível em: <https://hdl.handle.net/20.500.12733/1577962>.

CARVALHO FILHO, A. J. História de como começou a Igreja em Icapara, [s.d], 8p. [S.l.: s.n.], [Iguape]

Figuras

Capa: Foto editada digitalmente da Praça Nossa Senhora da Conceição, tirada em 18/11/2012 pelo autor.

Todas as ilustrações utilizadas são de criação do autor.


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Tags: Icapara Revista
Referência Bibliográfica

PIERSON, D.; TEIXEIRA, C. B. Survey de Icapara. Fundação Escola de Sociologia e Política, 1947.

QUEIROZ, M. S. Representações de doenças e instituições de cura numa aldeia de pescadores, 1978, 161 p. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP.

CARVALHO FILHO, A. J. História de como começou a Igreja em Icapara, [s.d], 8p. [S.l.: s.n.], [Iguape]

Figuras

Capa: Foto editada digitalmente da Praça Nossa Senhora da Conceição, tirada em 18/11/2012 pelo autor.

Todas as ilustrações utilizadas são de criação do autor.